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dc.contributor.authorOTTONI, Marta Vasconcelos-
dc.contributor.authorOTTONI FILHO, Theophilo Benedicto-
dc.contributor.authorMACEDO, José Ronaldo-
dc.date.accessioned2017-06-07T19:38:58Z-
dc.date.available2017-06-07T19:38:58Z-
dc.date.issued2007-
dc.identifier.citationOTTONI, Marta Vasconcelos; OTTONI FILHO, Theophilo Benedicto; MACEDO, José Ronaldo. Metodologia de mapeamento físico-hídrico dos solos: estudo de caso: bacia de Santa Maria e Cambiocó/RJ. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA DO SOLO, 31., 5-10 ago. 2007, Gramado, RS. Anais... Gramado: SBCS, 2007.pt_BR
dc.identifier.urihttp://rigeo.cprm.gov.br/jspui/handle/doc/17744-
dc.description.abstractO sistema de classificação físico-hídrica (SCFH) proposto por Ottoni Filho [1] classifica os perfis de solo segundo sua capacidade de aeração e hidratação, a partir de testes in situ de capacidade de campo e infiltração, agregando sistematicamente essas informações à classificação pedológica de solos. Com estes dados, duas classificações são propostas para um determinado solo: i) “Classificação de Superfície”, que avalia os atributos físico-hídricos para a profundidade máxima do perfil de 30 cm; ii) “Classificação Padrão”, que avalia os atributos físico-hídricos para a profundidade máxima do perfil de 70cm. Entretanto, este sistema ainda carece de um procedimento sistemático para classificar as unidades de mapeamento pedológico quanto às características físico-hídricas. Assim, o mapa pedológico teria seu potencial de uso ampliado, se a esse fossem agregadas tais características. É definida neste trabalho a metodologia de mapeamento físico-hídrico dos solos, baseada nas unidades de mapeamento pedológico, sendo esta aplicada a uma bacia hidrográfica de 13 km² do Estado do Rio de Janeiro. Mostra-se que não existe uma correspondência direta entre as classificações físicohídrica e pedológica. Entre os solos da bacia, as principais limitações físico-hídricas dizem respeito à baixa capacidade de aeração dos Gleissolos Háplicos e Argissolos Vermelho-Amarelos, à baixa disponibilidade de água dos Cambissolos Háplicos gleicos e Neossolos Litólicos, bem como à pequena profundidade dos Neossolos Litólicos. Conclui-se que foi satisfatória e vantajosa a aplicação da metodologia de mapeamento físico-hídrico, recomendando-se que seja aplicada a outros solos, em diversos pedoambientes.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherSBCSpt_BR
dc.rightsopenpt_BR
dc.subjectPEDOLOGIApt_BR
dc.subjectCLASSIFICAÇÃOpt_BR
dc.subjectSOLOSpt_BR
dc.subjectUMIDADEpt_BR
dc.titleMetodologia de mapeamento físico-hídrico dos solos: estudo de caso: bacia de Santa Maria e Cambiocó/RJpt_BR
dc.typeWorking Paperpt_BR
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