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dc.contributor.authorSANTOS, Edilton J.
dc.contributor.authorMEDEIROS, Vladimir C.
dc.date.accessioned2013-12-19T16:32:39Z
dc.date.available2013-12-19T16:32:39Z
dc.date.issued1999
dc.identifier.citationSANTOS, Edilton J; MEDEIROS, Vladimir C. Constraints from Granitic Plutonism on Proterozoic Crustal Growth of the transverse zone, Borborema Province, NE Brazil. Revista Brasileira de Geociências, São Paulo, v.29, n.1, p.73-84, São Paulo.
dc.identifier.urihttp://rigeo.cprm.gov.br/jspui/handle/doc/548
dc.description.abstractEVIDÊNCIAS DE ACRESÇÃO CRUSTAL PROTEROZÓICA A PARTIR DE PLUTONISMO GRANÍTICO NA ZONA TRANSVERSAL DA PROVÍNCIA BORBOREMA, NORDESTE DO BRASIL O domínio da zona transversal na Província Borborema compreεNde um mosaIcó de terrenos situado entre os lineamentos Patos e Pernambuco, os quais foram justapostos através de dois ciclos orogênIcós, um mais antigo, de idade Grenville, chamado de Cariris Velhos (1,1-0,95 Ga), e outro mais jovem, de idade Panafricana-Brasiliana (0,75-0,54 Ga). São compostos por terrenos de idades Meso e Neoproterozóica, denominados de Piancó-Alto Brígida (TPB), Alto Pajeú (TAP), Alto Moxotó (TAM) e Rio Capibaribe (TRC), nos quais desenvolveu-se um plutonismo granítico notável, coerente com a repartição dos terrenos. O plutonismo Cariris Velhos é associado a uma tectônica de escamas, sendo ausente ou desconhecido no TPB, mas abundante no TAP, que possui características de \\mfold-thrust belt, e no TAM, numa ambiência de arco magmátIcó; granitóides deste ciclo, provavelmente, também ocorrem no TRC. Observa-se uma ausência de granitos brasilianos no TAM, ao passo que o limite TAP-TAM é isento de intrusivas shoshoníticas e ultrapotássicas, que são comuns nos demais limites de terrenos. Os granitos crustais colisionais Cariris Velhos do TAP contrastam com os granitos leucocrátIcós e trondhjemitos pouco evoluídos do TAM, enquanto que um plutonismo gabro-anortosítIcó e álcali-granítico paleo e mesoproterozóIcó parece ser restrito ao TAM e TRC. A ocorrência de rochas máfícas e ultramáficas juvenis, assim como a assinatura geoquímica e isotópica εNd de rochas vulcânicas e granitos no TAP, TAM e TRC indicam que processos acrescionários desempenharam um papel importante em certos setores dos terrenos gerados durante o ciclo Cariris Velhos. Entretanto, a atividade granítica brasiliana foi muito mais volumosa, tεNdo desenvolvido possantes cordilheiras graníticas ao longo e nos limites dos terrenos. Uma super-suite calcio-alcalina nornjal e com alto K e uma suite trondhjemítica são características do TPB, podεNdo representar um trend evolutivo semelhante ao da série calcio-alcalina-trondhjemítica do SW da Finlândia. O ramo com alto K desta super-suite é bastante espalhado no TAP e TRC, sendo algumas vezes associado a granitos leucocrátIcós peraluminosos. Zircões supostamente herdados com 750 Ma foram registrados em um plúton do TAP, sugerindo tratar-se da idade dos magmas máfIcós shoshonítIcós precursores. Os granitos desta super-suite foram colocados no intervalo entre 620 e 630 Ma e, com exceção da suite calcio-alcalina rica em K, possuem razão moderada 87Sr/86Sr e valor negativo baixo de εNd, indicando tratar-se de magmas híbridos com componentes derivados do manto e crosta. A super-suite peralcalina ultrapotássica e shoshonítica (tardicinemática) ocorre caracteristicamente ao longo e adjacente à algumas zonas de cisalhamento que separam os terrenos, sendo aquela no limite TPB/TAP a mais imponente cordilheira granítica deste pulso. Dados da literatura indicam uma idade de colocação em torno de 566 Ma, idades modelos Nd (IDM) em torno de 2.0 Ga e valores negativos altos de εNd, sugerindo uma fonte mantélica acamadada enriquecida (Transamazônica), realçada metassomaticamente durante a orogênese Cariris Velhos. O último grande pulso granítico ocorreu por volta de 512 Ma, sendo representado pela suite granítica tipo A pós-cinemática, que se desenvolveu nas proximidades do limite TAP/TAM. Esta suite é subalcalina à levemente alcalina e possui padrões geoquímIcós de granitos anorogênicos. O plutonismo granítico brasiliano é relacionado a um regime extensional e transtensional, implicando mais em processos de dispersão translacional, do que de substanciais processos acrescionários.
dc.language
dc.subjectBRASIL
dc.titleConstraints from Granitic Plutonism on Proterozoic Crustal Growth of the transverse zone, Borborema Province, NE Brazil
dc.localSão Paulo
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